Associação Cultural Humaitá

Agbegbe fun ijosin ti orisá ati Umbanda
As Religiões afro frente a atualidade

Se propaga aos quatro cantos do mundo: “Aceitem o novo normal”.

Que é isso? Que novo normal é este? Um normal onde regras são ditadas de cima para baixo, e não por aqueles eleitos por nós, mas por agências checadoras de fatos, onde fatos não são importantes, mas sim narrativas? Uma narrativa é divulgada e aceita como fato. É isso, e nada mais. Religiosos estão se dobrando, fazendo de seus templos algo estranho a convivência de nós, seres humanos. Estamos perdendo nossa essência de humanos, de empatia, respeito a vida, as escolhas, a LIBERDADE. Religiosos acolhem as narrativas, e divulgam entre seus pupilos, os tornando mais intolerantes, segregadores, impulsionando um progressismo recheado de cinismo, ou não é isso que estão fazendo estes pseudos pais de santo, com seus discursos anti zélio, anti racismo, anti fascismo, anti, anti, anti…

Onde estão aqueles que deveriam pregar dias melhores, libertar as mentes e os espíritos aprisionados em si mesmos, nas suas mazelas, no medo, na insegurança. Onde estão os fortes, líderes religiosos à frente de seu tempo, que conseguem vislumbrar por debaixo do véu do materialismo, dos interesses espúrios da política, dos discursos abraçados por partidos políticos que usam deste fundo para agradar, e angariar seguidores?

Para onde estão colocando os conceitos de família, de bem querer, lealdade, honra, dignidade, RESPEITO, com todo peso desta palavra? Interessa se seu filho de santo é negro, branco, amarelo, hétero ou homossexual, se o consulente que está pedindo um passe e uma consulta carrega estes valores? Não somos apenas seres humanos, independente de rótulos? Creio que assim deveria ser.

Sei onde estão estes sacerdotes. Acabaram em março de 2020, justamente quando a OMS declarou a pandemia do coronavírus. Já eram escassos, e ali foram sepultados quase todos, restando alguns poucos, que hoje estão silenciados pelas agências checadoras de fatos, com suas liberdades cassadas, e no total descrédito, juntamente com vários prêmios nobéis que tiveram suas reputações destruídas de 2020 pra cá, justamente pelas ditas agências.

O discurso da maioria dos afro religiosos, infelizmente, está no lodo da mentira, e estes são aplaudidos pelo seu séquito mais próximo, que também está no charco, em busca de alguém que lhes deem uma proteção, mesmo que falsa, prometendo aquilo que eles próprios não tem. Pregam uma caridade que não praticam, uma fé que não possuem, e um pseudo conhecimento que não se sustenta em 3 minutos de debate. Prometem facilidades, fazem vaticínios e dizem manobrar qualquer pessoa ou questão, desde que regiamente pagos, e bem pagos. Possuem procurações assinadas em cartório para representar deus(sei lá qual), falar em seu nome e vender seus préstimos. Ah, sem falar que conhecem todas vontades, desígnios e forças deste deus, sendo especialistas em qualquer área, desde religião, teologia, bioética, medicina, psicologia, etc, pois são ungidos por um poder não humano.

Não adianta dizer que temos de lutar, a luta já foi perdida, agora só falta decidir se vamos cair atirando ou jogamos as armas fora.

1 comentário em “As Religiões afro frente a atualidade

  1. Texto esclarecedor frente aos graves problemas políticos e religiosos que estamos enfrentando! Infelizmente, raros são as pessoas com autoridade que conseguem ver o que está silenciosamente acontecendo…e mais raro ainda É O SACERDOTE que consegue ver…e o Michael de Oxalá, consegue…

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